terça-feira, 18 de maio de 2010

I-pad


Chegamos em São Francisco quinta passada e depois de um dia delicious resolvemos ir até a loja da Apple mais próxima para comprar o nosso grande objeto de desejo: o I-pad. Ou melhor, um para cada um de nós. Fefê tem adoração pela apple, eu também, mas nada que se compare a dele. Mas confesso que fui completamente contaminada pela idéia.
Escolhemos um dia ótimo, uma loja calma e o momento perfeito para adquirirmos toda a fonte da nossa ansiedade. Chegamos lá, manuseamos, olhamos, sorrimos, chamamos a atendente e ouvimos um: it's sold out. Ficamos sem fala. Ela nos disse que em toda a california está indisponivel. E realmente foi aqua sensação de quando éramos crianças e ouvíamos um nāo para um brinquedo novo.
Obviamente isso não estragou a nossa felicidade, mas por alguns momentos deu uma certa murchada.
Não desistimos e no dia seguinte voamos até uma outra loja onde entramos numa fila de espera para tentarmos ser chamados a comprar os I-pads em LA. Mas a previsao era entre sete e Dez dias e cada um tinha direito a entrar na fila por dois delles. Eu entrei numa loja em um shopping fora do circuito chamado Century, e o Fefê na third st Promenade, altamente disputada.
Surpresa! Hoje, terça, chegaram dois emails avisando dos meus dois I-pads disponíveis, portanto os nooses. Voamos até a loja e adquirimos felizes, felizes e felizes.
Já estou escrevendo dele e não dá par descrever o que ė isso. Vale a Pena experimentar, pelo menos ir até uma loja para conhecer de pert. Não sei Como pude viver sem isso atė hoje.

Surpresa




Pismo Beach foi uma grande surpresa pra mim. Agendamos a nossa ida a Såo Luis Obispo, e ficar em Pismo Beach, que é uma praia numa ponta foi uma circunstancia. Boa relaçåo custo benefício e pronto.
Chegamos lá e nåo dava pra ver nada muito bem, só que o hotel parecia fraco. Simplinho por fora e como estava muito frio, fiquei no fundo meio desanimada com um banho mais ou menos, ar condicionado mais ou menos e ter que passar um pouco de frio.
Ao contrário de tudo que parecia, realmente excelente relaçåo custo benefício. Hotel delicioso, quarto excelente, internet grátis no quatro, banho incrível , cama ótima, e térreo, para nåo precisarmos carregar muito as nossas malas.
Pra completar chegamos no final da tarde e o o hotel é debruçado num despenhadeiro em cima do mar, ao lado de apenas dois hoteis, todos pequenos e bem chiques. Ninguém andando por ali, vimos um por-do-sol impressionante, exatamente aquele do final do desenho o Pica Pau: uma bola de fogo em cima do mar. LINDO.
O lugar vale muito a pena, se tiver a chance de pegar a Highway One, nåo deixe de passar uma noite com direito a final de tarde no SpyGlass Inn.

sábado, 15 de maio de 2010

' SAVING IS THE NEW SPENDING'

- outdoor espalhado por San Francisco do Wells Fargo Bank -

Pedale


Nunca curti muito andar de bike. Até já tentei gostar, mas já é hora de contar pra mim mesma várias coisas , e uma delas é que nåo gosto de sair pedalando pela rua, tenho medo. Prefiro correr, porque nåo me sinto correndo perigo de ser atropelada por carros ou por outros ciclistas. Outra coisa que assumi recentemente é que tenho medo de elevadores que despencam, montanhas russas e brincaderas que dåo frio na barriga na maioria.
Meu marido é um ser que pedala, adora bicicleta e sente muita falta de fazer trilhas e corridas de aventura. Eu sou um ser a pé, mas me convenci a alugar uma bike em Santa Barbara, onde a pequena cidade-praia é totalmente biker's friendly, além de ser uma tranquilidade. E que surpresa, ainda alugamos uma Tanden, com lugar pra dois pedalarem.
Conseguimos explorar a orla toda em tempo recorde, descobrimos um lago lindo, com direito a vale e casas maravilhosas ao redor. Sentimos o ventinho frio batendo no rosto num lindo dia de sol. E isso claro, sem contar a sensaçåo de estar fazendo exercício, que é sempre ótima.
Aconselho muito em viagens e nos finais de semana (em cidades seguras pra isso). Pedale, além de ótimo exercício, ajuda a salvar o planeta e te faz conhecer a cidade de um outro jeito, com outro olhar.

Em Vegas



Imagine que para entrar no seu hotel você cruze obrigatoriamente pela Hot zone do shopping Morumbi (lugar dos fliperamas e jogos) multiplicada por dez em tamanho. Tenha ainda no segundo piso uma espécie de praça de serviços do shopping Eldorado (sim, naquele buraco onde tem a polícia federal), tudo isso coma freqüência do pavilhåo 9 do Carandirú, onde pessoas circulam muito bêbadas dizendo bizarrices a partir de 8h da manhå non stop. E claro, com a sensaçao de estar permanentemente dormindo e acordando dentro de um imenso cinzeiro.
O positivo do local é que pra quem gosta tem um elevador que despenca do 100 andar numa torre em cima do hotel, e ainda um trenzinho que fica lá em cima pendurado. Eu como já estava ok de emoções, passei a bola.
Este é o Hotel Stratosphere em Vegas. Sorte que estávamos felizes felizes, com nossas férias e casamento. Se nåo, teríamos mudado com com certeza.

domingo, 28 de março de 2010

Lá e aqui


Passei 8 dias na Venezuela filmando, acabo de chegar.
Assustador ter sentido tanto receio de ir pra lá. Pelo perigo, pela crise, pelo momento do pais.
De toda idéia que tinha da insegurança, me enganei bastante em relaçåo ao medo, porque nem cheguei a me sentir insegura. Mas determinadas situaçoes realmente fazem com que quaquer pessoa possa sentr a crise que a populaçao vive.
Primeiro, tudo está a meia luz, na penumbra. Lojas, restaurantes, hotéis. Nosso hotél era o Pestana, que entra na categoria hotel-boutique, e faltava luz pra passar um batom direito. Parecia proposta, e poderia até ser, mas nåo era. Ar condicionado só funcionava na sala onde estávamos durante dois dias. O resto da produtora as escuras, totalmente.
Meio surreal termos direito a este luxo só por sermos estrangeiros e porque possivelmente a empresa a qual estava trabalhando pra nós se programou muito bem pra nos receber.
A água é ligada duas vezes ao dia para a grande maioria da populaçåo e isso é muito perceptivel na sujeira dos pratos, talheres e copos. O maior shopping de Caracas, que tem cara de Center Norte em véspera de Natal, ficou metade desligado num sabado a noite, quando tive o desprazer de andar por lá. E aí sim, confesso que senti um certo medo, afinal tenhpo cara de gringa e nåo estava com nenhum segurança armado comigo num lugar cheio, e praticamente a luz de velas.
A semana passou, estou aqui de volta, feliz, tranquila e voltando do shopping. E depois de uma semana achando que coisas poderiam acontecer e tomando mil cuidados na Venezuela, o celular do meu marido foi roubado no Iguatemi, em pleno reduto dos endinheirados paulistanos.
Isso é pra mostrar como devemos olhar pro nosso próprio umbigo primeiro.

sexta-feira, 5 de março de 2010


Este vai pra minha queria amiga Karina.
E pra mim mesma, que deveria ter lido isso no ano passado, quando várias vezes me senti tão cansada e com a sensação de que não chegaria viva sem férias no final do ano. Mas no fundo sabia que era fase, que era uma grande fase de encaixes.
Cheguei. Tudo passou, melhorou, se resolveu, até a proxima onda de percalços. É assim né, e que bom. Mas o melhor mesmo é sabermos aproveitar quando o tempo da tranqülidade vem, os dias com pouco pra fazer no trabalho, ou os dias em que não temos nada programado num sábado e nada vem a cabeça. Precisamos saber aproveitar o óssio, a calmaria. Odeio aquela gente que inventa motivos pra estar cansada, ou sempre acha que não estar estressado é não estar vivo. Nossa, que falta de sabedoria.