quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


Se até no google a gente faz diferentes perguntas pra obter diferentes respostas, na vida deveria ser igual certo?
Mesmas perguntas, mesmas respostas (ou variações) . Perguntas diferentes, respostas diferentes.

Estava fazendo essa singela e óbvia reflexão depois te refazer um trabalho por 15 dias. Pra esclarecer: é claro que reapresentando novas soluções a cada 24 horas (com noites viradas da equipe) porque faz anos que nao vejo um prazo de 15 dias pra alguma coisa. E no final, adivinhe, tudo reprovado.

Mas quem não sabe o que pedir, também não sabe o que receber, e portanto aprovar. Daí reprova, afinal é mais fácil e não precisa explicar.

Easy life.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011





Quarta foi o primeiro dia de aula do nosso querido Rafa. Ele sempre esteve na escola, desde pequeno.
Mas ontem foi o começo de grande desafio: depois de formado na escolhinha onde ele esteve desde pequenininho, e depois de formado na primeira série, ele foi para uma escola maior, onde se der tudo certo, ele permanecerá até o final do colegial.
O Rafa estava animado no final de semana, falava muito no começo das aulas, fazia planos, falava no lanche, na mochila e nos novos amigos. Tivemos a sorte de tê-lo em casa na quarta, depois do seu primeiro dia. Chegou acabado, cansado, sem querer contar muito. Certamente deve ter sido uma experiencia bem rica e cansativa, ainda mais estudando a tarde (e não estando acostumado) e tendo acordado super cedo como sempre. Hábito aliás, que seria bom que fosse mantido. Nada pior do que criança acordando ao meio dia e dormindo depois da meia noite. Ele parecia feliz, mas com cara de quem tinha recebido uma enxurrada de informações, só hoje de manhã começou a contar um pouco mais de tudo.

Lembrei que vi um dia desses no blog coisasdadoris uns bichinhos/chaveiros incríveis que tem tudo a ver com ele. Tipo monstrengos, que dizem ser uma febre entre a turminha da idade dele.
Achei bem descolado e muito a ver com o gosto do nosso guri. Vou comprar.



Queria ter espaço pra uma dessas.

www.desmobilida.com.br

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011


É exatamente isso o que eu desejo para esse final de semana. Pra todos.






Todas as vezes em que acho uma garrafa mais bonitinha, ou um vidrinho , acabo guardando. Sempre imagino que vou lembrar de preparar arranjos lindos. As vezes lembro e as vezes não lembro.
Hoje é sexta, e estou bem inspirada.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lindinhos


Estava me divertindo um pouco com alguns dos meus blogs preferidos, e achei uma super dica no mymomissocool. Estes castiçais-abajours fofos que são moda lá fora e facílimos de fazer (taça de vinho + mini-cúpula + velhinha)dão graça a qualquer mesa de jantar. No meu caso, achei absolutamente perfeito, já que muitas vezes nos reunimos na varanda, onde bate um vento dos infernos. Ter a velhinha protegida de fato é outra coisa, e ainda com charme de sobra.
Seguindo a dica cliquei no designmania e comprei na hora. Vale a pena. Semana que vem eles devem chegar já pros primeiros jantares de 2011. Nada melhor do que colocar a mesa com um charminho extra.

Quase lá


Este final de ano está sendo uma loucura. Entre repensar os últimos doze meses, colocar tudo na balança, dar aquela pirada porque parece que não vai dar tempo de nada, terminar de trabalhar (ou tentar encaminhar tudo pelo menos) , comprar presentes, programar viagem, e ainda sobrar tempo para ser feliz em casa, com os amigos, com as crianças e ainda tentar ver algumas pessoas especiais antes das doze baladas de 31 de dezembro ocupou todo o meu tempo e energia. Nunca mais nem passei por aqui.
Mas ontem reencontrei grandes amigas de velhos tempos, tempos bem felizes na Almap/BBDO, aquela diversão de agência. E lembrei de algumas coisas, como no quanto foi divertido trabalhar um dia em propaganda, quando se acreditava que botar filme bom na rua importava de fato e fazia a diferença. Ao que parece, essa turma continua trabalhando pra isso, e eu adoro ser relembrada da famosa frase de Che Guevara: ´Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás´.