sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Quero



Cada vez mais acho que é necessário regarmos todos os dias o que temos de bom na vida. Amor, amigos, trabalho, relações, o que for importante pra cada um. É tão difícil na rotina diária, e com o cansaço que ela nos proporciona, não esquecermos de dizer o quanto as pessoas são importantes, ou não esquecermos de agradar nem que seja com um bilhetinho.
Por isso me encantei por essa torradeira. Pode parecer bobagem, mas que maravilha é poder imprimir em pãezinhos todo o amor que sentimos pela família, e podermos demonstrar logo no café da manhã. Ou mostrar a nossos amigos queridos o quanto estamos felizes por eles estarem em nossa casa passando algumas horas.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Amei


Amei esse pufe da Missoni. Ele é lindo e básico apesar da estampa,acho que combina muito com tudo.
Mas adorei sobretudo porque ele é um pufe da marca, que tem cara de pufe. Sei que muitos discordarão, mas em geral detesto a Missoni porque absolutamente todas as peças poderiam tranquilamente ser pufes e almofadas. Acho os vestidos medonhos (com aquele acabamentozinho de toalha de mesa bordada do nordeste, com pontas)até porque eles combinam na vitrine perfeitamente com todas as almofadas, além das padronagens cansativas, e com um jeito de novo rico que se acha descolado. Afinal se vc está vestido de almofada, claro que só pode ser Missoni. E nada mais chic que vestir um grande logo, não é mesmo?
Mas verdade seja dita: estampa linda e moderna pra um pufe, e com design retrô. Nada mais cool.

Holambra - porque não


Pela minha mãe e minha avó, apaixonadas por plantas e flores e gaúchas (portanto vieram por apenas uma semana a SP) fomos a Holambra. Fefê, meu marido - o mais generoso do mundo possivelmente - dirigiu 220 km pra ir e 220 km pra voltar, num só dia. E de bom humor, sempre.
Chegando lá, supresa: uma feira no melhor estilo expocenter norte só que fora de SP, longe. Essa é a Expo Flora. Naturalmente fazia um calor de 100 graus, haviam 82 onibus (contados por mim) estacionados fora do evento, além de um pavilhão de flores e plantas a venda (vejam, essa é a melhor parte) tem também um pavilhão de quinquilharias, de adesivos a miniaturas de igreja em barro até relógios do Paraguai.
Dentro, nos vários ambientes, temos uma tentativa de Casa-Cor-das-Plantas, ou melhor, dos arranjos. Uma das coisas mais bizarras que já vi na vida.
Imagine todas as maiores cafonices em arranjos juntas, onde o ápice é uma espécie de capela com todos os tipos de arranjos com purpurinas, lantejoulas, isopor, e luzes piscando ao mesmo tempo. O cheiro naturalmente parecia de cemitério em dia de enterro de gente famosa e a sensação é tão prazeirosa quanto, afinal você esta sendo empurrado por uma multidão que vem atrás e não te deixa parar para observar aquelas maravilhas. Minha mãe e minha avó até se interessaram em tirar fotos, mas definitivamente conseguiram uma ou duas, afinal a multidão pressionava.
Fomos no passeio turístico chamado ´Flores variadas´. Havia este disponível e o ´Rosas vermelhas´.Uma fazenda de flores, que julgamos ser bacana, afinal essa era a expectativa das nossas visitantes. Pegamos um ônibus de excursão, com um guia (tadinho, de verdade, dava aquele constrangimento, principalmente porque ele também fazia piadas) e fomos deixados no começo de um canteirinho, dentro da tal fazenda. Algo que demoramos 30 segundos para percorrer e chegar ao fim. Lá vimos as tais flores variadas, brancas, amarelas e vermelhas, da mesma. E acabou.
Voltamos ao evento, e não ficamos para chuva de pétalas, me deu um certo pavor. Olhei pro chão imundo e não achei a menor graça ver uma multidão se jogando enquanto pétalas bizarras caiam de algum lugar. Que devia ser do inferno, e não do céu com certeza.
Comemos num bom restaurante no final do passeio. Detalhe: comida alemã e tailandesa num único lugar, são especializados nos dois. E a parte da Holanda em Holambra? Não vimos, mas a rodoviária do Tietê misturada com a Ilha do Dr. Moreau estava lá em peso.

Inspirador

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Inspiração

Nesta fase pós-mudança de casa não me canso de procurar blogs, sites e coisas boas de ver e comprar para deixar a casa cada vez mais bacana e com a nossa cara.
Acabo de dar uma olhada e me encantar com o site de uma marca Italiana Incrível. Vale a pena navegar e se inspirar.

http://www.minotti.com

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Experiência de não-compra


Passada a nossa mudança, semanas conturbadas e muito trabalho, voltei a ter inspiração pra escrever.
Depois de um dos (dois) carros da família ter sido reprovado no Controlar, finalmente decidimos trocá-lo. Está mais do que na hora, já que andamos com crianças por marginais e o carro apresenta alguns problemas devido a idade. Pensamos pensamos, visitamos uma concessionária da Honda, e uma da Kia. E lá fomos nós cheios da alegria para a Av. Cidade Jardim, na concessionaria Volkswagen do Dacon.
Caramba, a gente não aprende nunca, né? Nos deixaram esperando mais de meia hora, as pessoas não ofereceram água, café, ou sequer nos olharam. Minto, nos olharam de cara feia porque abrimos e fechamos portas de carro para olhá-los. Nada mais justo, afinal pra que mesmo eles estão ali expostos?
De repente surge uma sujeita com um cabelo louro e raiz preta, uma roupa muito mais justa do que a idade lhe permite, com uma cara absolutamente mal humorada, e acabada (odeio gente que trabalha com cara acabada, afinal pra isso existe maquiagem).
Ela já estava lá, mais ou menos sem fazer nada todo aquele tempo (era domingo e só dois atendimentos estavam sendo feitos). A moça encostou do nosso lado e perguntou o que procurávamos (talvez um trem, uma torta-mousse?). Daí a cada pergunta que fazíamos, vinha um suspiro, e uma negativa, para o que quer que fosse. O tal do cambio eletrônico do Space Fox parece uma bela porcaria pela descrição da tipa, mas nem adianta porque afinal o carro só chega em novembro. Se tiver interesse pode dar 10% de entrada, e se o preço aumentar até lá, é só desistir. Pode? O Jetta também só chega no final do ano, e o velho estava ali trancado e nunca ocorreu que talvez pudéssemos querer ver. O Golf mesma coisa, não tem exposto e só tem no final do ano. E mais, ainda não dá pra saber muito bem sobre ele.
Não sentamos, nem fomos convidados. Estávamos tão a fim que marcamos mesmo assim um test-drive. Mas prometo e juro que se gostarmos não compraremos naquela loja e nem com aquela sujeita que deveria estar vendendo coisas menos valiosas na Augusta. E pior, é a segunda vez que vamos nessa concessionária e somos absolutamente mal atendidos. Na primeira, tivemos o azar de tratar com uma gorducha de cara brilhante que também bufava. Será que bufar é pre-requisito? Será que precisa tanta força de vontade pra comprar um carro VW?
Vamos seguir tentando em outro endereço, afinal somos duros na queda.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Obra


Desde que começamos as obras na nossa nova casa, me pergunto uma coisa: porque eu, na minha profissão, sou obrigada a passar cronogramas, estimativas de custo, tudo compilado, previsto,planilhado, estimado muito perto da realidade, com deadlines seguros, ou arriscados, mas tudo absolutamente calculado. E ainda planos Bs, para toda e qualquer falha no processo.
E ai de mim se qualquer coisa fugir do controle. Meu ou da equipe. Meus ouvidos viram pinico daqui até o final dos meus dias de clientes infelizes. Ninguém entende os porquês, e a errada é sempre você que afinal deixou que algo escapasse do controle.
Por que em obra é diferente? Meu prórpio pai, engenheiro e experiente, quando falei que estava preocupada com os prazos, me falou: " conte com atrasos. Obras são assim". E todos falam a mesma coisa.
Obra é um processo orgânico, em que uma coisa depende da outra, e se um profissional não for, errar, ou atrasar, todo o resto se compromete. Criação e produção de campanhas também. A diferença é que ninguém mora dentro de uma, só ganha dinheiro com elas.
Eu estou tendo uma experiencia bem bacana com o escritóorio de arquitetura escolhido para a execução dos nossos projetos, mas ainda assim me pergunto o tempo todo: porque prazos, cronogramas e estimativas de custo são levados tão a risca e tão cobrados em algumas áreas e em outras não tanto? Será que é porque em um caso temos pessoas fisicas e no outro são pessoas jurídicas? Ou porque o contratante aqui tem um medo gigante de ser abandonado no meio de um processo penoso com pedreiros, pintores, marceneiros e um monte de sujeira e cimento? E no caso dos meus clientes, o medo do abandono é nosso, dos contratados?