quarta-feira, 13 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Inspiração
Nesta fase pós-mudança de casa não me canso de procurar blogs, sites e coisas boas de ver e comprar para deixar a casa cada vez mais bacana e com a nossa cara.
Acabo de dar uma olhada e me encantar com o site de uma marca Italiana Incrível. Vale a pena navegar e se inspirar.
http://www.minotti.com
Acabo de dar uma olhada e me encantar com o site de uma marca Italiana Incrível. Vale a pena navegar e se inspirar.
http://www.minotti.com
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Experiência de não-compra

Passada a nossa mudança, semanas conturbadas e muito trabalho, voltei a ter inspiração pra escrever.
Depois de um dos (dois) carros da família ter sido reprovado no Controlar, finalmente decidimos trocá-lo. Está mais do que na hora, já que andamos com crianças por marginais e o carro apresenta alguns problemas devido a idade. Pensamos pensamos, visitamos uma concessionária da Honda, e uma da Kia. E lá fomos nós cheios da alegria para a Av. Cidade Jardim, na concessionaria Volkswagen do Dacon.
Caramba, a gente não aprende nunca, né? Nos deixaram esperando mais de meia hora, as pessoas não ofereceram água, café, ou sequer nos olharam. Minto, nos olharam de cara feia porque abrimos e fechamos portas de carro para olhá-los. Nada mais justo, afinal pra que mesmo eles estão ali expostos?
De repente surge uma sujeita com um cabelo louro e raiz preta, uma roupa muito mais justa do que a idade lhe permite, com uma cara absolutamente mal humorada, e acabada (odeio gente que trabalha com cara acabada, afinal pra isso existe maquiagem).
Ela já estava lá, mais ou menos sem fazer nada todo aquele tempo (era domingo e só dois atendimentos estavam sendo feitos). A moça encostou do nosso lado e perguntou o que procurávamos (talvez um trem, uma torta-mousse?). Daí a cada pergunta que fazíamos, vinha um suspiro, e uma negativa, para o que quer que fosse. O tal do cambio eletrônico do Space Fox parece uma bela porcaria pela descrição da tipa, mas nem adianta porque afinal o carro só chega em novembro. Se tiver interesse pode dar 10% de entrada, e se o preço aumentar até lá, é só desistir. Pode? O Jetta também só chega no final do ano, e o velho estava ali trancado e nunca ocorreu que talvez pudéssemos querer ver. O Golf mesma coisa, não tem exposto e só tem no final do ano. E mais, ainda não dá pra saber muito bem sobre ele.
Não sentamos, nem fomos convidados. Estávamos tão a fim que marcamos mesmo assim um test-drive. Mas prometo e juro que se gostarmos não compraremos naquela loja e nem com aquela sujeita que deveria estar vendendo coisas menos valiosas na Augusta. E pior, é a segunda vez que vamos nessa concessionária e somos absolutamente mal atendidos. Na primeira, tivemos o azar de tratar com uma gorducha de cara brilhante que também bufava. Será que bufar é pre-requisito? Será que precisa tanta força de vontade pra comprar um carro VW?
Vamos seguir tentando em outro endereço, afinal somos duros na queda.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Obra

Desde que começamos as obras na nossa nova casa, me pergunto uma coisa: porque eu, na minha profissão, sou obrigada a passar cronogramas, estimativas de custo, tudo compilado, previsto,planilhado, estimado muito perto da realidade, com deadlines seguros, ou arriscados, mas tudo absolutamente calculado. E ainda planos Bs, para toda e qualquer falha no processo.
E ai de mim se qualquer coisa fugir do controle. Meu ou da equipe. Meus ouvidos viram pinico daqui até o final dos meus dias de clientes infelizes. Ninguém entende os porquês, e a errada é sempre você que afinal deixou que algo escapasse do controle.
Por que em obra é diferente? Meu prórpio pai, engenheiro e experiente, quando falei que estava preocupada com os prazos, me falou: " conte com atrasos. Obras são assim". E todos falam a mesma coisa.
Obra é um processo orgânico, em que uma coisa depende da outra, e se um profissional não for, errar, ou atrasar, todo o resto se compromete. Criação e produção de campanhas também. A diferença é que ninguém mora dentro de uma, só ganha dinheiro com elas.
Eu estou tendo uma experiencia bem bacana com o escritóorio de arquitetura escolhido para a execução dos nossos projetos, mas ainda assim me pergunto o tempo todo: porque prazos, cronogramas e estimativas de custo são levados tão a risca e tão cobrados em algumas áreas e em outras não tanto? Será que é porque em um caso temos pessoas fisicas e no outro são pessoas jurídicas? Ou porque o contratante aqui tem um medo gigante de ser abandonado no meio de um processo penoso com pedreiros, pintores, marceneiros e um monte de sujeira e cimento? E no caso dos meus clientes, o medo do abandono é nosso, dos contratados?
terça-feira, 8 de junho de 2010
Um novo Romero?

Nunca tinha assistido a novela Passione. Aliás essa é uma promessa que me faço novela após novela. Preciso ter força para abrir mão de uma ótima conversa, de uma boa leitura, de jantar em silêncio , ou com música, ou conversando, e de horas silenciosas pra acompanhar um pouco do que o Brasil acompanha. Nada contra, só não tenho paciência. Mas trabalho com isso, então sou mais ou menos obrigada a ter bem mais do que idéia a respeito.
Assisti a um, dois, três capítulos. Até me diverti em alguns momentos. E surpresa: abertura com algo muito familiar pra mim que parecia extremamente com a obra de um artista incrível que admiro muito. Vik Muniz, dono de um trabalho que me emocionou por muito tempo ano passado.
Tive a chance de ir tres vezes em sua exposição em SP no Masp e em cada uma das vezes, mais suspirei e mais e deliciei com seu trabalho. Cheguei a fazer aposta que sim, era ele na abertura, mas não estava querendo acreditar.
E o velho e bom google esclareceu a dúvida. Sim, vik Muniz esta na abertura da novela. Fiquei paralisada, porque enxerguei nele daqui a dois anos um fazedor de Havaianas, panetones, e xícaras. Deprimente.
Será que ganhamos um novo Romero Britto?
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Trapalhões em Abhu Dabi

Antes de mais nada, este post ė de uma fã de Sex and the city. Tenho todas as temporadas. Reví várias vezes nos últimos muitos anos. Sou adoradora do guarda-roupa da Carry, amo a Samantha, sempre achei a Charlotte chata e a Miranda interessante, ela completa otimamente bem o quarteto. E claro, torci muito pelo final feliz com o Big. Fui para Nyc solteira com minha grande amiga Cintia há dois anos levando o guia Sex and the City, e nos divertimos muito indo a lugares onde elas estiveram em alguns episódios.
Ok, isso foi pra me dar algum credito.
Ontem fui ver o filme, ansiosa e feliz. Tudo lindo, figurino impecável, muito dinheiro ali colocado, naquela hora e meia ou duas absolutamente vazias. Sem história, sem humor, sem emoção, sem nada.
Cada uma fazendo caras e bocas, mudando de roupa sem parar e sem porque, no melhor estilo nada a ver. Nem sorriso de canto de boca esbocei, tudo é gratuito. Pobre roteirista, que deve ter remado para costurar essa colcha de retalhos que no final deu no que deu, o novo filme dos Trapalhões, como disse meu marido.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
The Castel and the Castel
Depois de passar umas horinhas no Getty Museum, em Los Angeles, sentada olhando para aquilo tudo, nåo pude deixar de comparar Paulo Getty ao Sr. Hearst, dono do Hearst Castel.
Getty também foi milionário, deixou uma fortuna inacreditável a família, mas ainda vivo, transformou sua mansåo em Malibu em museu para expor sua coleção de obras de arte. Ele achava que a arte deve ser pra todos. Ótima opinião.
Nåo sei exatamente em que momento construiu o Getty Museum, que é muito mais castelo do que o Hearst Castel (do post abaixo). É um prédio em cima de um morro com vista panorâmica de Malibu, Hollywood, mar e montanhas com mansões. Arquitetonicamente é impressionante, todo branco com mármores, o acervo é absurdo, e ainda tem exposiçoes em absolutamente todas as alas. Tive o previlegio de ver Leonardo da Vinci, desenhos, esculturas e esquetes, dele e de alguns de seus discípulos.
Além da riqueza em obras e vistas, såo seis andares de estacionamento, que levam até uma pequena estaçao de trem que é já na propriedade do museu. A pequena estrada que contorna o morro até chegar nas instalacões é maravilhosa, com um visual incrível, fora a organizaçao impecável.
Tudo isso gratuitamente para o visitante, que só precisa chagar lá e dedicar horas maravilhosas respirando arte. Isso sim é um milionário que dexiou um legado. Um legado cultural, um presente a todos.
www.getty.edu
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